O PECADO DE SAUL X O PECADO DE DAVI

Todos pecaram (Romanos 3:23). A única diferença é como as pessoas respondem aos seus próprios pecados. Saul e Davi foram os dois primeiros reis de Israel. Ambos eram homens humildes e fiéis quando foram escolhidos. Ambos reinaram bem, no princípio. Ambos pecaram. A diferença entre Saul e Davi era suas reações quando confrontados com seus pecados.

Saul

Devido a exigência do povo, o Senhor selecionou um rei para Israel (1 Samuel 8). Ele escolheu Saul, um homem belo de uma família militar. Saul, que estava procurando as jumentas extraviadas de seu pai quando Samuel o ungiu, ficou perplexo (1 Samuel 9). Sua timidez fê-lo esconder-se quando sua escolha foi anunciada publicamente (1 Samuel 10:21-22). Ele certamente não estava procurando glória pessoal.

Saul reinou bem, no princípio, mas gradualmente sua autoconfiança cresceu e sua confiança no Senhor diminuiu. Em 1 Samuel 15 o Senhor ordenou que Saul e seu exército conquistassem os amalequitas, uma nação que tinha atacado erradamente Israel séculos antes (veja Êxodo 17). Deus ordenou que os amalequitas fossem exterminados; nada deveria ser poupado. Em vez disso, Saul poupou o rei e os melhores animais. Agindo assim, ele pecou.

Deus disse a Samuel que fosse falar com Saul, que estava erigindo um monumento a si mesmo (1 Samuel 15:10-12). Quando Samuel se aproximou, Saul abriu a boca: “Bendito sejas tu do SENHOR; executei as palavras do SENHOR” (15:13). Ele parecia muito ansioso para assegurar a Samuel de que a ordem tinha sido cumprida. Samuel respondeu perguntando pelo som de bois mugindo e ovelhas balindo. Este era o ponto crítico. O que faria Saul quando confrontado com seu pecado? Saul defendeu-se (15:15). Ele explicou que era o povo que tinha poupado os animais. Ele raciocinou que isso era por uma boa causa: sacrificar ao Senhor. Desde Adão até agora, os pecadores têm tentado afastar a culpa e dar desculpas pela sua desobediência. É duro aceitar a responsabilidade pelos próprios atos.

Samuel repreendeu Saul, contrastando sua primitiva humildade com a vontade própria e o orgulho que ele, então, estava demonstrando (15:16-18). Essa dura reprovação penetraria as defesas de Saul e faria com que ele se humilhasse e se arrependesse? Não, Saul endureceu seu coração. Ele reiterou suas desculpas, alegando que tinha de fato obedecido ao Senhor. Ele insistiu que não era sua culpa, uma vez que o povo é que tinha poupado os animais e que tudo, afinal, era para sacrificar. A consciência de Saul era impenetrável. Mais tarde Saul recitaria a palavra “Pequei”, mas somente porque ele queria que Samuel voltasse e o honrasse diante do povo, não porque estivesse arrependido de fato.

Como resultado do coração impenitente de Saul (note Romanos 2:5), Deus afastou Seu espírito de Saul, e um espírito mau entrou nele. Dai em diante, a vida de Saul foi torturada e arruinada pela culpa. Ele se tornou paranóico, suspeitando de seu genro, Davi, e tramando matá-lo (veja Samuel 20:30-33). Ele assassinou 85 sacerdotes de Deus (1 Samuel 22) e resolveu consultar uma feiticeira (1 Samuel 28). Finalmente, ele se suicidou (1 Samuel 31). Saul demonstra o que acontece a uma pessoa que se recusa a confessar e arrepender-se do pecado. A culpa leva à insanidade.

Davi

Como Saul, Davi era humilde e justo quando foi escolhido para ser rei. Ele se tornou um governante popular e capaz, abençoado com vitórias militares e prosperidade. Infelizmente, o pecado entrou. Davi viu Bate-Seba, a mulher de um vizinho, enquanto ela se banhava. Inflamado pela cobiça, Davi indagou a respeito dela e soube que era a esposa de um dos seus mais condecorados soldados. Ele convidou-a ao palácio e cometeram adultério. Depois ela voltou para casa.

Cedo ou tarde, o Senhor confronta-nos com nossos pecados. Bate-Seba engravidou e mandou avisar Davi que ele era o pai. Em vez de admitir seu pecado, Davi chamou o esposo dela, Urias, da batalha e lhe disse que fosse para casa. Davi queria fazer com que a criança parecesse legítima. Por respeito aos seus camaradas, Urias se recusou a passar a noite com sua esposa. Frustrado, Davi enviou um recado, pela própria mão de Urias, para o comandante do exército, Joabe, para metê-lo na frente da batalha e, então, retirar-se dele. Deste modo, Urias foi assassinado e Davi tomou Bate-Seba como sua esposa.

A melhor coisa a fazer quando pecamos é admitir e nos arrepender. Davi não o fez. Em vez disso, ele tentou encobrir seu pecado e fazer com que parecesse que nada de errado tivesse acontecido. Assim, o Senhor tomou medidas mais fortes para levar Davi ao arrependimento. O profeta Natã foi a Davi e o condenou por seu pecado. Ele advertiu a Davi que ele tinha cometido tanto adultério como assassinato e que o Senhor o puniria severamente: (1) a criança morreria; (2) a espada nunca se afastaria de sua família; (3) as suas próprias concubinas seriam violadas à vista de todos.

Até este ponto, Saul e Davi eram iguais. Ambos pecaram. Um profeta foi enviado a cada um deles para condená-los pelo seu pecado. Ambos os profetas (Samuel e Natã) anunciaram o julgamento contra eles. É aqui que a diferença entre os dois homens pode ser vista. Saul tentou desculpar-se e afastar a culpa. Davi disse:“Pequei contra o Senhor… contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos…” (2 Samuel 12:13; Salmos 51:4). Ele implorou perdão e restauração de sua relação com o Senhor (veja Salmo 51). Portanto, Deus perdoou a Davi (2 Samuel 12:13). 

Que diferença o arrependimento faz! A vida posterior de Saul foi atormentada pela culpa, levando-o a paranóia, ciúmes e depressão. Seu reinado, começado tão esperançoso, terminou em suicídio. Davi, por outro lado, ainda que enfrentasse terríveis conseqüências de seu pecado (morte da criança, discórdia na família, estupro de suas concubinas), foi purificado de sua culpa e não foi atormentado pelos distúrbios mentais como Saul. Ainda que mortificado pelo horror de seu pecado, ele continuou a ter amizade com Deus e a servi-lo fielmente.

Aplicação para nós

O Salmo 32 registra as meditações de Davi com respeito a seu pecado:

Versículos 1-2: “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo.” Davi regozijava-se com seu perdão, e sentiu aliviado por ter sido limpo. Contudo, o perdão não é automático. Ele chega àquele em cujo espírito não há engano: àquele cujo arrependimento é honesto, sincero e real.

Versículos 3-4: “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.” Davi se lembrava da agonia do pecado não confessado. Sua consciência não tinha descanso. Ele se sentia esvaziado, exausto. Ainda que confessar o pecado seja duro, uma recusa desavergonhada a aceitar a responsabilidade por ele é ainda mais forte com o passar do tempo. A culpa tortura.

Versículo 5: “Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” Perdão! Alívio! Paz! Quando Davi confessou foi como se a pressão da água atrás de uma represa fosse aliviada pela abertura de uma comporta.

Versículo 7: “Tu és meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento.” Você vê o que a confissão e o perdão podem fazer? Admiravelmente, essa é a mesma pessoa descrita nos versículos 3-4. Ver a alegria do perdão deverá motivar-nos ao arrependimento e confissão dos nossos pecados ainda que seja difícil.

Versículos 8-9: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho. Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem.” Davi contrasta o homem que responde ao simples olhar do Senhor com o homem parecido com a mula! Esse precisa de freio e rédea para fazer com que obedeça. Talvez ele estivesse pensando como teria sido melhor se ele tivesse se arrependido e confessado o seu pecado imediatamente, em vez de esperar até que Natã tivesse que lhe “bater” na cabeça. Algumas crianças são bastante sensíveis e, sendo assim, um olhar duro as corrige na hora, enquanto outras exigem diversas boas surras. Estaremos muito melhor sendo sensíveis à mais leve indicação da desaprovação do Senhor em vez de precisar de castigo severo para nos corrigir.

E quanto a nossos pecados? A diferença entre aqueles que seguem o Senhor e aqueles que não seguem, não está em seus pecados ‒ todos pecam. A diferença está no que eles fazem após pecarem. O que acontece quando alguém aponta o pecado em nossa vida ou quando lemos na Bíblia que o que estamos fazendo é errado? Agimos como Saul: afastando a culpa, dando desculpas, tentando defender-nos? Agimos como Davi: admitindo humildemente nossos pecados e nos arrependendo quando a repreensão de um irmão nos força a enfrentá-los? Ou melhor ainda: desenvolveremos sensibilidade ao Senhor e a sua palavra de modo que vejamos nossos próprios pecados e imediatamente venhamos a confessá-los, nos arrepender e pedir o perdão ao Senhor?

Todos pecam. A diferença entre os homens está em como eles agem diante de seus pecados.

Deus os abençoe sempre, Pastor MárioPassos.

Acumulando tesouros no céu

Acumulando tesouros no céu 

Em Mateus 6:19-20 o Senhor diz: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde os ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu…”. Olha só que ensino surpreendente esse! O Senhor esta dizendo que eu ou você podemos passar nossa vida trabalhando para conseguir uma das duas coisas: Um tesouro que vale muito, ou, um tesouro que não vale nada!

Entretanto eu me pergunto: Como é que alguém poderia entre duas escolhas ficar com a pior? O que levaria um homem ou uma mulher sadios da mente fazer a pior escolha e dedicar sua vida inteira para consegui-la? Gastar o melhor dos seus dias em busca do pior para a sua existência? Francamente – a não ser que a pessoa tenha algum problema mental – isso parece uma coisa impossível de acontecer, pois qualquer pessoa quer o melhor para si. Mas então, qual é a razão desse ensino do Senhor? Acho que o Senhor está nos advertindo contra um poderoso inimigo: o engano. 

O que acontece se uma pessoa pensar que escolheu o melhor enquanto na verdade escolheu o pior? Pense em quantas pessoas já compraram um apartamento – na planta – e concluíram que estavam fazendo o negócio da sua vida. Trabalharam duramente para pagar as prestações. Economizaram. Sonharam. Pense na decepção e amargura delas quando lá na frente descobrem que tudo é uma farsa. A construtora é uma arapuca. O apartamento nunca existiu. Tanto trabalho. Tanto esforço… por uma farsa! Vidas verdadeiramente empenhadas por uma mentira. Pensando que trabalhavam por uma coisa boa, trabalhavam duro por um grande mal. Que poder incrível tem esse tal de engano!!! Usar o melhor de nós para tirar o melhor para ele! 

Talvez essa seja a armadilha contra a qual o Senhor quer nos advertir aqui nesse ensino. Será que sinceridade, esforço e dedicação formam um trio imbatível que nos garanta a salvação? E se, por falta de conhecimento, formos enganados? E se, enquanto acreditamos que estamos trabalhando para nossa salvação, estamos – na verdade – trabalhando para nossa perdição eterna?! Terrível!!! Sinceros, mas enganados! Fervorosos, mas enganados! Dedicados, mas enganados! 

Como ter certeza? Qual a fonte segura? A igreja que frequento? Pregadores que ouço? Artigos como esse? Jesus dá a resposta: “Jesus, porém, lhes respondeu: Errais, não conhecendo as Escrituras …” (Mateus 22:29). Essa é a resposta. O conhecimento das Escrituras pode nos livrar dos enganos. É por acreditar nos sentimentos e não na verdade que somos enganados. Jacó trabalhou sete anos para ter Raquel como esposa, mas sem saber trabalhava esforçadamente a cada dia para se casar com Lia. Pensando que trabalhava para ter Raquel, sem saber trabalhava para ter Lia. 

Quantas pessoas fervorosas podem estar nessa situação hoje? Pensando que trabalham para a salvação (tesouros no céu), sem saber trabalham para a perdição (tesouros na terra). Dedicadas. Empenhadas. Amorosas. Evangelizadores. Tantas coisas, que não dá para acreditar que não terão o seu lugar na eternidade ao lado do Senhor. Mas, e se o maldito engano as tiver sob seu controle? E se elas estiverem na mesma situação do pobre Jacó: trabalhando por Lia enquanto pensava que era por Raquel? 

Em Mateus 7:21, Jesus diz muito sobre esse tipo de engano: “Nem todo que me diz Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus; mas aquele que faz a vontade do meu Pai que esta nos céus”. Olha só? Não é a mesma situação? Aquelas pessoas fizeram muita coisa em nome do Senhor – é só continuar lendo Mateus que a gente vê. Mas desgraçadamente foi tudo um grande engano. Apanhadas em uma poderosa armadilha ficaram cegas. E, cegas, rumaram para longe do Senhor enquanto pensavam que estavam indo ao seu encontro. 

Qual é o verdadeiro tesouro então? Como achar um caminho certo e seguro para ele? Paulo responde: “A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (Efésios 3:8). Eis aí o mapa do verdadeiro tesouro: o evangelho da salvação. Confie sua vida a ele e seja rico em bençãos celestiais! “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo”(Efésios 1:3).

Deus os abençoe sempre,

Pr. MárioPassos.

OS DOIS REINOS

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REINO: Lugar ou campo em que alguém
ou alguma coisa é senhor absoluto:
Reino é aquele território cujos habitantes
estão sujeitos a um rei.
Todo reino tem suas regras, suas normas,
suas exigências, seus padrões. E todo
cidadão deste reino tem que se sujeitar a
tais determinações.

REINO DA LUZ: Para ser um cidadão deste
Reino são necessários e indispensáveis
estes requisitos:
*Obediência às Sagradas Escrituras,
*Fidelidade, *Humildade, *Amor ao próximo,
*Gratidão, *Justiça.
O Reino da Luz, que podemos chamar também
de Reino de Deus, é organizado, tem disciplina
e não aceita desordem, bagunça ou qualquer
tipo de injustiça.
Todo aquele que deseja se tornar cidadão deste
Reino precisa se ajustar aos padrões do Rei.
Veja o caso de Adão e Eva, estavam no Reino
de Deus, mas não obedeceram suas ordens,
logo foram expulsos do mesmo. ‘‘O SENHOR
Deus, por isso, o lançou fora do jardim do Éden,
(Gn 3.23)
Você só pode ser cidadão de um determinado
reino se estiver disposto a se sujeitar ao rei deste
reino.
Neste Reino a Justiça prevalece: ‘‘Quem dá
recebe’’, ‘‘Quem planta, colhe.’’
Quando nos tornamos cidadãos do Reino da Luz
podemos desfrutar da vida que o Rei veio para
nos dar. ‘‘Eu vim para que tenham vida, e a
tenham em abundância.’’ (João 10:10)

 

REINO DAS TREVAS: Para ser um cidadão
deste reino basta aceitar a mentira, a
hipocrisia, a vaidade, o orgulho, a avareza,
a prostituição, o adultério como coisas
normais.
Se no outro Reino, o da Luz, a Justiça é a
base de todas as coisas, neste reino os seus
habitantes procuram resolver tudo do seu
jeito. Quando desejam algo pouco importa
o que tenham que fazer para que este
desejo seja saciado.
Visam sempre seus próprios interesses, se
necessário, mentem, distorcem, inventam,
julgam, fazem qualquer negócio para
satisfazerem seus caprichos.
Lembrem-se sempre de que os habitantes
de um determinado reino são influenciados
pelo seu rei.
E no reino das trevas o rei é satanás, é ele
quem dita as regras, ele é quem escraviza
com a dor.
O sofrimento, a ilusão, a angustia, o
desprezo, a solidão fazem parte do seu
reinado. Como dizem as Sagradas Escrituras:
‘‘O ladrão vem somente para roubar, matar e
destruir.’’ (João 10.10)
Viver no reino das trevas é desprezar tudo o
que fez por nós o Rei dos reis, o Sr. Jesus.
E você em qual dos dois reinos habita?
É cidadão de que reino?
Saiba que a única pessoa que pode levar
você de um reino para outro é você mesmo.

Deus os abençoe sempre, Pr. Mário Passos

Fé sem Graça.

“Eu vivo pela graça de Deus e não pelas obras da Lei; Jesus já sacrificou por mim; então não tenho de sacrificar.”

Esses e outros tantos argumentos têm sido sobejamente usados pela maioria dos crentes.

Mas eu pergunto: se a fé não precisa ser acompanhada de sacrifício, por acaso a graça de Deus que dispensa o sacrifício lhes dá o direito de se viver na carne? De se manter pecados escondidos por anos a fio?

A realidade é que aqueles que pregam a “Graça” não têm a menor ideia do que ela, de fato, significa. Enganosamente, ensinam que a graça é como um cartão pré-pago ilimitado que Jesus já pagou por nós. Então, podemos aceitá-lO e gastar os créditos daquele cartão por tempo indefinido. Se a pessoa pecar, é só pedir perdão, pois tem créditos infinitos com Deus. Se amanhã cair no mesmo pecado, é só usar os créditos novamente. Sem necessidade de arrependimento, sem necessidade de mudança de direção. Pode-se contar apenas com suas boas intenções, seu remorso e um pacote de desculpas: “a carne é fraca”, “não consigo resistir”, “é mais forte do que eu”…

Por causa desse engano, muita gente que acredita ter lugar garantido no Céu tem ido para o inferno. Assim como a verdadeira fé não tem nada a ver com religião, a verdadeira graça não tem nada a ver com ausência de sacrifício. Pelo contrário, a graça dá ao ser humano uma responsabilidade que ele não tinha antes. Se antes ele estava preso ao pecado, agora não tem mais essa desculpa. Já recebeu a liberdade e o direito à Salvação.

Agora, o homem é responsável por se manter no Caminho da Salvação e, para isso, as regras da graça são bem claras: quem quiser vir a Jesus, tem de negar a si mesmo, tomar a sua cruz e segui-lO. Três níveis de sacrifício. O Senhor Jesus nos apresenta a Sua graça, isto é, Seu favor, o presente que não merecemos, como algo tão precioso que um homem venderia tudo o que tem para comprá-lo. Vale o sacrifício da obediência, vale o sacrifício de negar a si mesmo, vale o sacrifício de perdoar a quem nos ofende, vale o sacrifício de deixar a velha vida, vale o sacrifício de se desconectar de certas pessoas, coisas e convicções. Vale todo o sacrifício que a verdadeira graça exige.

Deus os abençoe sempre.

Pastor MárioPassos

7 MOTIVOS PARA SER UM GANHADOR DE ALMAS

Estudo grupos P3

VISÃO, FOCO E DETERMINAÇÃO

VISÃO, FOCO E DETERMINAÇÃO

Visão: É a capacidade de enxergar o que ninguém consegue ver. Mesmo que as circunstâncias digam que é impossível, após você ter a visão daquilo que deseja, ninguém mais consegue te impedir de alcançar. A nossa vida é resultado da visão que nós temos. Por ex.: Se você se vê pequeno, incapaz, insignificante, é impossível acontecer coisas grandes em sua vida!

Antes de você chegar a qualquer lugar, primeiro você precisa visualizar, enxergar este lugar. Estar lá, antes mesmo de ter chegado.

Sonhe grande, mas comece com o que é pequeno. “O que nasce grande é monstro e morre rápido também. ”

Vejamos o que dizem as Sagradas Escrituras a esse respeito:

“Jurou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e, como determinei, assim se efetuará. ” (Is 14.24)

“…porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade. ” (Filipenses 2.13)

Deus nos dá o sonho (visão) e também a capacidade para realizar este sonho, mas quem realiza, somos nós! Aí entra o:

FOCO: A expressão “ter foco” significa ter um objetivo, estabelecer um planejamento, ser organizado e ter persistência para atingir as metas e alcançar o que se pretende.

A expressão “fora de foco” indica que a imagem está embaçada, que saiu da zona de nitidez de uma lente. No sentido figurado é aquilo que está fora de prioridade.

“Ninguém gosta de seguir quem não sabe para onde está indo. ” Se você deseja ser um referencial naquilo que faz, seja focado, seja organizado, não aceite qualquer resultado, não se permita fazer de qualquer jeito.

Não queira fazer tudo! Pois o “faz tudo” não se especializa em nada!

Você precisa primeiro, saber onde quer chegar, segundo, colocar todas as suas forças para que isso seja feito com excelência. Só assim será reconhecido naquilo que faz.

Nelson Mandela disse “Por esta causa eu vivo, por esta causa eu morro. ”

Uma pessoa sem VISÃO, SEM FOCO é um pássaro tentando nadar. É um peixe tentando voar.

Quem não sabe onde quer chegar, qualquer lugar que chegar, serve.

DETERMINAÇÃO: Não adianta nada você ter visão, ter foco se você não estiver DETERMINADO a enfrentar as lutas e as guerras do dia a dia para ser um vencedor.

Se nós pudéssemos falar com Abraão, Josué, Davi, e lhes perguntar como chegar onde eles chegaram, certamente nos diriam: “Você está pronto para passar tudo o que nós passamos? Deserto, injustiças, fome, humilhação, vergonha, ingratidão…?!?

Só quem é determinado pode chegar nos lugares mais altos, inclusive no céu!

Deus deu a visão da arca para Noé, (Gn 6.11 ao 22) ele teve que focar e determinar: “Não importa o tempo, eu vou fazer. ” Deus deu a visão para Abraão, (Gn 15.5) mostrou o céu e as estrelas, Abraão creu (focou) naquilo que estava fazendo e com determinação se tornou PAI na FÉ de todos nós. Houve um “Antes e depois de Abraão. ”

E você? Qual sua visão? Está focado em que? Está determinado?

Para onde está caminhado? Onde quer chegar?

Pense nisso…

Pastor Mário Passos

 

RELACIONAMENTO COM DEUS.

RELACIONAMENTO COM DEUS

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QUANTO VOCÊ VALE, AFINAL?

anel-diamante-suico-1Quanto você vale, afinal?

Um dia, um sábio recebeu um jovem que lhe pediu um conselho:

— Mestre, venho porque me sinto tão inferiorizado que não tenho forças para fazer nada. Me dizem que não presto, que não faço nada direito, que sou desajeitado e tolo. O que faço para melhorar? O que devo fazer para que me deem mais valor?

E o mestre, se olhar, lhe disse:

Sinto muito, meu caro. Não posso ajuda-lo. Tenho de resolver primeiro meu próprio problema. Talvez depois…

E, após uma pausa, prosseguiu:

Mas, se quiser me ajudar, resolvemos o meu problema mais rápido e, depois, cuidamos do seu problema, se der tempo.

Ok, mestre, titubeou o jovem, mas sentindo que mais uma vez era desvalorizado, pois a solução de seus problemas seria postergada novamente.

— Bem, -, disse o mestre. Tirou um anel que usava no dedo mínimo, deu ao discípulo e disse:

— Pegue o cavalo que está lá fora e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho de pagar uma dívida. Preciso que você obtenha por ele o maior valor que conseguir e não aceite como pagamento menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com essa moeda o mais rápido que puder. O jovem pegou o anel e partiu. Chegou no mercado e começou a oferecê-lo aos mercadores, que olhavam a joia com algum interesse.

Porém, bastava ouvirem o preço do anel e, quando o jovem mencionava a moeda de ouro, uns riam, outros viravam a cara e somente um velhinho foi sincero e paciente o suficiente para explicar que uma moeda de ouro era muito por aquela joia. Alguém lhe ofereceu uma moeda de prata e uma moedinha de cobre, mas o jovem tinha instruções claras de que não poderia aceitar menos que uma moeda de ouro e recusou todas as ofertas.

Quanto quisera ter a moeda de ouro. A moeda! Ela liberaria o mestre de seu problema para, assim, ajudar o jovem. Triste, subiu em seu cavalo e voltou a seu guia.

Mestre — disse — sinto muito. Não consegui fazer o que você me pediu. Talvez pudesse obter duas ou três moedas de prata, mas não creio que possa enganar a ninguém a respeito do verdadeiro valor desse anel.

— Me disseste algo importante, meu jovem amigo — disse, sorrindo, o mestre. Devemos saber, antes de mais nada, o verdadeiro valor do anel. Volte ao cavalo e vá a um ourives. Quem melhor que ele para saber? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto pagaria por ele. Mas, não importa quanto ofereça, não o venda. Volte com o anel!

E lá se foi o jovem.

Com sua lupa, o ourives examinou o anel à luz de uma lamparina, pesou a joia e respondeu:

Diga ao mestre, meu rapaz, que se quiser vender agora, não posso pagar mais que 58 moedas de ouro.

— 58 MOEDAS! — exclamou o jovem.

— Sim, respondeu o ourives. Com um pouco de tempo, poderíamos vendê-la por 70 moedas. Mas, se é urgente…

E o jovem voltou, emocionado e esbaforido, para contar a grande novidade.

Sente-se , disse calmamente, o mestre, após ouvir a história. Você é como um anel: uma joia única e valiosa. E, como tal, só um expert pode lhe avaliar.

Assim é você! E o único que pode dizer qual é o seu real valor, é o teu CRIADOR, mas lembre-se: “Ele deu o seu único Filho para morrer em seu lugar…

Deus os abençoe sempre,

Pastor MárioPassos.

QUEM FOI JUDAS???

QUEM FOI JUDAS?

 

Estava meditando aqui… Que tipo de homem era Judas? Quais eram os amigos dele? Eu já o imaginei como distante dos outros apóstolos. Sem amigos. Afastado. Porém, fico na dúvida se era assim mesmo. Talvez ele era justamente o contrário. Talvez ele era robusto e jovial, sabia sempre como dar respostas convincentes, tinha uma boa “lábia” em tudo noque dizia… Há uma coisa que sabemos com certeza: Ele não tinha um relacionamento com o Mestre. Ele havia visto Jesus, mas ele não o conhecia. Ele tinha religião mas não relacionamento. Enquanto Satanás rondava a mesa na sala da ceia, ele precisava de um homem que havia visto Jesus, mas que não o conhecia. Aprendemos esta lição eterna do próprio traidor. As ferramentas mais eficientes de Satanás não são de fora da igreja, são de dentro dela. Judas vestia o manto da religião, mas ele nunca conheceu o coração de Cristo. Vamos fazer com que as pessoas possam conhecê-Lo… profundamente!”

 

Pastor MarioPassos

AS 7 MANIFESTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO

AS 7 MANIFESTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO

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Repousará sobre Ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR.” (Isaías 11.2)

Os Sete Espíritos, mencionados no livro de Isaías, não significam “Sete Espíritos Santos”. São atribuições que identificam o Poder do Espírito de Deus. Nada Lhe falta e nada Lhe pode ser acrescentado. Ele é absolutamente perfeito!

Cada virtude totaliza a Plenitude do Espírito Santo, que repousaria no corpo físico de Jesus. Ele reuniria todas as condições necessárias para suportar os trancos do inferno, durante a Sua missão terrena.

N’Ele estaria o Senhor, a Sua sabedoria, o Seu Entendimento, o Seu Conselho, a Sua Fortaleza, o Seu Conhecimento e o Seu Temor.

Esta plenitude em Jesus é exatamente a mesma que o Espírito Santo continua a realizar nos Seus filhos. Estes também têm o Espírito do Senhor, o Espírito de Sabedoria, de Entendimento, de Conselho, de Fortaleza, de Conhecimento e de Temor.

Significa dizer que não há nenhum problema humano que esteja fora do alcance das sete virtudes do Espírito Santo.
Do Senhor, da Sua Sabedoria, do Seu Entendimento, do Seu Conselho, da Sua Fortaleza, do Seu Conhecimento e do Temor do Senhor, há solução para todos os problemas à face da Terra, inclusive para o seu!

Mas, onde estão os sentimentos na descida do Espírito Santo em Jesus?

Espírito do Senhor;
 Espírito de Sabedoria; 
Espírito de Entendimento; 
Espírito de Conselho;
 Espírito de Fortaleza;
 Espírito de Conhecimento; 
Espírito de Temor do Senhor.
Em qual destas 7 virtudes do Espírito há envolvimento de emoção, coração ou alma?

Todas elas envolvem somente o intelecto, razão ou consciência.
 Aí está a diferença entre alma e espírito. 
O primeiro Adão foi alma. O último Adão (Jesus) é espírito.

“… assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante.” (I Coríntios 15.45)

Qual é sua escolha: continuar a ser alma ou lutar para ser espírito?
Se quiser ser espírito, você tem que exercitar o seu intelecto na Palavra de Deus.

Não dê ouvidos à voz dos sentimentos.

Deus os abençoe sempre,

Pastor MárioPassos